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Eloy   
Eloy F. Fritsch (1968 - ) iniciou sua carreira musical em 1983 quando criou, com seus amigos de escola em Caxias do Sul, o grupo de rock progressivo Apocalypse. Desde então vem atuando como tecladista e compositor, participando das gravações de nove álbuns do Apocalypse, dois DVDs e apresentações no Brasil e exterior.
Em paralelo, desenvolve um projeto de composição em estúdio focado em sintetizadores, samplers, computadores e teclados eletrônicos tendo lançado oito álbuns instrumentais.
As composições do músico eletrônico foram selecionadas para várias coletâneas realizadas em CD e lançadas em diferentes países: Le Melleur du Progressif Instrumental (França), Margen (Espanha), Mellotron (Argentina), E-dition (Holanda), Planeta Nova Era (Brasil) e O Melhor da Música Instrumental Brasileira 2006 (Brasil).
Fritsch especializou-se em Computer Music e lançou o primeiro CD do RS totalmente composto e gravado por computador.
O músico eletrônico realizou trilhas sonoras para rádio, vídeo, internet e televisão. Após o doutorado assumiu como professor do Departamento de Música da UFRGS criando o Centro de Música Eletrônica do Instituto de Artes - um complexo de estúdios de música eletroacústica destinados às atividades de composição por computador. Fritsch é colunista / colaborador da revista paulista Teclado & Piano e do portal gaúcho PortoWeb Tambor.
Suas composições eletroacústicas foram apresentadas em festivais de música contemporânea, videoperformances, concertos multimídia, concertos de música acusmática com a Orquestra de Alto-falantes da UFRGS, programas de rádio, instalações sonoras e eventos promovidos pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul.


Primeira apresentação do sintetizador brasileiro nano1 com o lendário grupo gaúcho de rock progressivo Apocalypse no projeto Sons da Cidade em 18 de dezembro de 2007 no Teatro Renascença em Porto Alegre.
Apocalypse1 Apocalypse2 Apocalypse3
Apocalypse4 Apocalypse5
O tecladista comenta "É uma honra poder contribuir para o desenvolvimento de instrumentos dessa qualidade no Brasil e saber que temos capacidade de produzir tecnologia própria.
Dessa vez vou deixar o minimoog no estúdio do Apocalypse e levar para o palco o synth nacional".